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Uma viagem fascinante chegou ao fim e com ela trouxe os sons do Oriente…

Uma viagem pela Índia e um concerto encerraram cerca de três meses de exposição “Viagem ao Oriente”. O dia 13 de setembro foi o dia em que os sons se aliaram às imagens,numa experiência única ao som da sitar indiana de Franklin Pereira e da conferência “Índia: 1980-2008 – devaneios entre imagens”, com a colaboração de Ana Caldas.

Numa sessão que decorreu ao longo de cerca de uma hora, Franklin Pereira e Ana Caldas partilharam vivências, experiências, emoções, fruto das muitas viagens à Índia que o músico empreende desde 1981, altura em que começou a aprender sitar, instrumento que celebrizou Ravi Shankar.

Uma viagem fascinante chegou ao fim e com ela trouxe os sons do Oriente…

Já uma semana antes, o auditório do Museu de Lamego encheu para ouvir precisamente as grandes músicas de Shankar, numa sessão de música comentada e ilustrada por José Pessoa, onde cantos sânscritos, vedas, mantras, gurus, sitares, foram utilizadas para explicar a inexplicável profundidade espiritual da música oriental e indiana.

Um verdadeiro encontro do Ocidente com o Oriente foi o que aconteceu entre os dias de 8 de junho e 14 de setembro, onde paisagens, ambientes urbanos, arquiteturas, grandes obras de engenharia, o passado, o presente e a construção do futuro desfilaram de fotografia em fotografia, culminando com os sons da Índia.

Assim, do Cairo a Jacarta, do Egito das pirâmides e do deserto aos príncipes de Java, passando através do Canal do Suez, Port Said, o Mar Vermelho, o Oceano Índico, a Índia e as colónias portuguesas, Bombaim e Ceilão, Timor, Java e as Índias Holandesas, esta foi uma viagem pelo Oriente, entre 1880 e 1895, no auge da descoberta e do fascínio da Europa pelo Oriente.

Uma viagem fascinante chegou ao fim e com ela trouxe os sons do Oriente…

«Viagem ao Oriente» foi o mote para uma viagem no tempo e no espaço, naquela que é a terceira exposição que resulta do projeto que o Museu de Lamego iniciou em 2013 e que passa pela identificação e inventário de espólios fotográficos familiares do Douro. Mais uma vez, foi a “memória” da família Mascaranhas Gaivão que deu forma a esta mostra, depois de “Caminhos do Ferro e da Prata” e “Uma viagem no tempo, do outro lado do espelho”.

Fonte: www.museudelamego.pt

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